Olá, pessoal! Hoje venho contar à vocês sobre uma viagem que muitos planejam fazer mas, pelo seu início já arriscado, acabam desistindo ou adiando-a para o próximo milênio. A Ilha da Madeira um dos mais arriscados aeroportos do mundo. Falo isso pois, apesar de eu ser uma entusiasta de vôos e sempre os amar, o pouso foi sim com um pouco mais de emoção do que o normal. Mas os quatro dias que passei na Ilha compensaram esta tensão e ainda deixaram com gostinho de quero mais. São tantas atrações diferentes que decidi dividir esta postagem em partes. Esta, a primeira, começa aqui:

Minha mãe e irmã caçula moravam na Ilha da Madeira, motivo da coragem do meu pai, um verdadeiro medroso quando se trata de vôos. Para mim, até mesmo esta grande manobra no pouso a qual não sei explicar bem qual é foi divertida. Perigosa, mas divertida.

Saímos do Porto – norte de Portugal – às 8 horas da manhã e chegamos lá por voltas das 9:30. As tarifas aéreas neste período de verão são mais caras, porém achamos que uma carry-on para cada um seria o suficiente e confirmo-os isso. Logo não foi preciso pagar para ter bagagem no porão.

O Aeroporto Cristiano Ronaldo (não estou brincando: o nome é este mesmo) não se encontra dentro da região onde está a maioria dos hóteis e atrações citadinas, o Funchal. Portanto pegamos um transfer cuja passagem tinha um preço promocional (9 euros, se não me engano) caso você comprasse ida e volta adiantado, sem data marcada para a segunda.

Infelizmente não me lembro o nome do nosso hotel. Mas passamos o restante do dia em sua região, passeando na promenade. É basicamente uma grande praça que se estende pela orla do Funchal, acompanhada de um lado pelo vasto mar e do outro por diversos hotéis, restaurantes e lojas mais focadas no turismo. A pista da caminhada é embelezada por jardins, inclusive flores suspensas.

Por causa do valor muito alto do transporte público, meu pai optou pelo aluguel de um carro para que nós quatro pudéssemos nos locomover com maior facilidade. As companhias são as mesmas que no território continental, não havendo também diferença nos preços dos alugueis. Eu recomendo pois posso afirmar com total certeza que o carro foi a chave para muitos passeios interessantes, como o Cabo Girão.

Um dos lugares mais alucinantes da minha vida! Medo de altura ficou no passado depois de ter andando e pulado num piso de vidro vendo os barquinhos abaixo de mim como se eles fossem pontinhos.

Mesmo na descida pela estrada as paisagens que a Madeira nos oferece são muito mais do que eu poderia imaginar.

Depois, para o almoço, descemos de novo até o Funchal, onde ocorria uma feirinha. Pude ver o centro histórico num dos seus dias de agito e fiquei bem impressionada com o comércio local e residências em terem abraçado um charme imenso. Sério. Me diga: não parece um cenário de filme? Que perfeição! Vale dizer que os madeirenses tiverem que se reconstruir algumas vezes já, nunca sem perder a pose.

Não comemos nos restaurantes locais neste dia, pois minha irmã estava com muita vontade de ir ao McDonald’s e nos convenceu à visitar o seu shopping favorito após a caminhada, o Madeira Shopping.

Minha irmã, uma verdadeira princesa, aproveitou o momento para uma mini-sessão de fotos. Essas foram as suas favoritas:

E aí? O que está achando? No próximo post cobrirei outros passeios feitos por nós, um deles sendo uma visita ao Pico do Areeiro. Nos vemos em breve para mais momentos de quando estava ilhada <3 Deixe seu comentário e tweet!

Xoxo,
Michelle Lebres.