Olá! Tudo bem? A maior parte das fotos que tiro acabam indo para lugar nenhum. Isso mesmo! Não são postadas nem mostradas apesar de eu amá-las. Decidi tentar uma coisa nova e começar essa sessão carinhosamente chamada de ”Social” para poder compartilhar com vocês um pouco do meu cotidiano, fazendo com imagens e textos o que eu colocaria num vídeo do YouTube. Este primeiro é uma compilação do dia 6 até hoje, uma intercontinental e um tanto aventurada semana.

Pertinho do Mar.

Os últimos dias antes do retorno à terrinha, Portugal, ficamos hospedados bem de frente à praia da Barra – minha favorita, é claro. Como qualquer um que me conhece pode te atestar, meu impulso de sempre, ou seja, tirar mais fotos do que consigo contar, foi o que falou mais alto e me manteve por horas na varanda.

As primeiras que vou mostrar são do momento imediato de nossa chegada, quando a maresia deixou tudo com um efeito bem diferente através das minhas lentes.

Por fim, as fotos que são praticamente uma cortesia do inverno carioca, um dos únicos que te permite andar pela praia com um visual típico de calor. Óbvio que eu não poderia deixar de tirar umas ainda mais perto do mar para lhes mostrar o tom de azul especial desta estação.

Quase 24 horas entre vôos e aeroportos.

Quando você faz conexões, não tem como esperar nada mais do que horas e horas passadas ou em uma poltrona ou correndo atrás de suas malas. Mesmo com as turbulências e o ouvido comprimindo e descomprimindo, há maravilhas no processo de ir de um lugar a outro. Uns exemplos, caso esteja sendo difícil acreditar: os carimbos no passaporte, a ansiedade com a decolagem, as dúzias de bebidas que você pode pedir de uma vez só e poder falar ”essa aqui eu tirei quando passávamos por cima de Bordeaux”.

Por causa das tais conexões, pude dizer em umas trinta filas diferentes que estava indo para Londres, o que gerou uma felicidade que eu nem sabia que existia. Coloquei meu inglês em prática com os que fundaram o idioma, fiz amizade com a fileira toda do avião e acompanhei um mapinha do gigante nos ares sobrevoando o canal da Mancha.

No segundo vôo, ou seja, o que nos levou até o Porto, determinei de uma vez por todas que amo viajar de avião. Bom, não é como se eu não soubesse que o meu futuro tem que incluir uma carambada de vôos intercontinentais. O frio na barriga, a alegria absurda foi o selo de confirmação do que eles já haviam digitado na minha passagem: world traveller.

Um dia no Porto.

Existe o lugar que você nasce, o que você cresce e o que te completa. Não existe uma combinação melhor ou pior, nem problema algum se, por exemplo, todos os três forem o mesmo. Eu, por exemplo, sou do interior de São Paulo, cresci no maravilhoso Rio de Janeiro e me encontrei no Porto. Essa cidade fala comigo, me deixa feliz por pura e simplesmente estar lá. É como se houvesse algo magnético neste que é o segundo maior polo português.

A relação de amor e admiração começou ano passado e me deixou saltitante novamente neste mês de maio, 2017. Me faltam palavras para descrever, portanto deixo-lhes com fotos:

Voltando a Vila Real.

O interior do norte português é cheio de cidades gracinha que são uma mistura do moderno com a tradição dos vinhedos, roseiras e casas de pedras. Vila Real tem um charme que é dado em parte pelas quintas que a circundam e as pequenas que estão dentro dela. A outra parte é o seu ar universitário, graças a UTAD, seus dormitórios, bibliotecas e festas – yas!

E aí? Como foi a sua semana? Fale para mm nos comentários ou no Twitter. Espero que gostem!

xoxo,

Michelle Lebres